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Para comemorar os 63 Anos de Emancipação Política de Tapira convidamos o leitor a lançar o seu olhar para a vasta gama de belezas naturais que o município ostenta - fruto de sua localização privilegiada.
O relevo da região da Canastra é um convite a ocorrência de imponentes elevações rochosas, que alcançam altitudes acima dos 1.300m, como a Serra do Boqueirão, talvez o maior cartão postal de todo o município.
Quem chega à Tapira vindo de Araxá, se aproxima da cidade com uma bucólica e onipresente vista desta formação rochosa que parece ter sido cuidadosamente desenhada.
A hidrografia do município é muito bem representada pelo Rio Araguari, por aqui conhecido como o Rio das Velhas, e por cachoeiras que são um refrigério para as tardes escaldantes do verão.
A natureza exuberante do cerrado mineiro e dos resquícios da Mata Atlântica remanescente configuram um habitat único para diversos exemplares da fauna que, com suas cores vivas e suas particularidades, emprestam um toque de beleza, extraído da vida selvagem, para adornar o ambiente em que vivem.
O batuqueiro (Saltatricula atricollis), saltitando nos galhos de uma gomeira (Vochysia Thyrsoidea), árvore que possui casca suberosa (grossa), folhas rígidas e é comum em áreas de altitude e campos rupestres - um verdadeiro suco feito com a essência da fauna e flora do bioma Cerrado.
Classificado como vulnerável tanto na lista oficial de espécies ameaçadas de extinção no Brasil (ICMBio), quanto na Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), o tico-tico de máscara negra (Coryphaspiza Melanotis), tem na savana tapirense um de seus últimos refúgios.
O pica-pau de topete vermelho (Campephilus melanoleucos) fazendo seu forte bico colidir contra a casca de uma árvore seca à procura de larvas de insetos.
A fêmea de saí azul (Dacnis cayana), legítimo exemplar da fauna da Mata Atlântica, que vive em bordas de matas, capoeiras e jardins, alimentando-se de frutos, néctar e insetos.
Todas essas cores ficam ainda mais realçadas quando o humano se une a elas, como na BTR, onde homens e mulheres desafiam a montanha, como forma de viver a essência da natureza complexa e ao mesmo tempo elementar que Tapira oferece.
Viver Tapira é sentir a essência do natural, que é abstrato e real, que colore o mundo com as cores primitivas que emanam da criação!
Parabéns Tapira, pelos 63 Anos de Emancipação Política, mas, ainda mais, pela natureza que nos oferece gratuitamente, para ser apreciada sem limites!